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Casal Nardoni é considerado culpado pela morte da garota Isabella
Juiz Maurício Fossen leu o veredicto do júri à 0h28 No quarto voto pela condenação do casal, contagem foi interrompida.
Após cinco dias de julgamento e expectativa da opinião pública, o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foi condenado no início da madrugada do sábado (27) pela acusação da morte de Isabella Nardoni, ocorrida em 29 de março de 2008. À época, a garota tinha cinco anos. Nardoni foi sentenciado a 31 anos, um mês e 10 dias. Jatobá, a 26 anos e 8 meses de prisão.
Veja como foi a cobertura pelo blog
Confira a cobertura completa do caso
À 0h28 deste sábado, o juiz Maurício Fossen leu a decisão dos jurados. Sete pessoas, três homens e quatro mulheres, foram incumbidas de decidir o futuro do casal. Cinco delas jamais haviam participado de um júri.
O juiz Fossen interrompeu a votação quando a contagem chegou a quatro votos favoráveis à condenação - segundo ele, o objetivo foi garantir o sigilo da escolha de cada jurado. Assim, não é possível afirmar que os réus foram condenados por unanimidade.
Enquanto a leitura da sentença era feita pelo juiz, Nardoni, de 31 anos, e Anna Jatobá, de 26 anos (coincidentemente o mesmo tempo de sentença dado a cada um dos réus), esboçaram pouca reação e choraram de forma discreta. Do lado de fora do fórum, quase três minutos de explosões de fogos de artifícios se seguiram.
Quase dois anos se passaram até a semana do julgamento, período em que Nardoni e Jatobá sempre negaram a autoria do crime.
O casal saiu do Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, direto para o presídio de Tremembé (veja no vídeo acima). Na saída de Nardoni e Jatobá em direção ao presídio, a polícia no local chegou a usar gás de pimenta para afastar a aglomeração que tentou atacar o camburão.
Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, soube do resultado do júri por uma mensagem de celular. Segundo sua advogada, ela agradeceu aos jurados pela condenação pelo viva-voz do telefone. Ela chorou e acenou para pessoas na sacada de seu prédio na Vila Maria (Zona Norte de São Paulo).
O advogado de defesa Roberto Podval recorreu da decisão logo após o anúncio do veredicto - o casal não terá o direito de aguardar em liberdade. Ele não quis conceder entrevista e apenas declarou que o "brilho da noite é de (Francisco) Cembranelli", o promotor do caso.
Logo após o pronunciamento do juiz, Cembranelli expressou que a confiança na condenação do casal Nardoni era "total". “Sempre me senti pronto. O resultado (do julgamento) mostrou que eu estava certo”, declarou ele, que foi aclamado pelos populares nos arredores do Fórum de Santana. "A certeza que eu tive sempre foi total. Nada me abalou.”
Para Cristina Christo, advogada assistente de acusação, a linha do tempo (na argumentação do promotor sobre os horários das ligações telefônicas que colocam o casal dentro do apartamento no momento do crime) e os depoimentos do médico do IML, da perita e da delegada do caso foram fundamentais para a condenação.
Durante toda a semana, a curiosidade do público e a comoção quanto à morte de Isabella contribuíram para que o movimento em frente ao fórum fosse intenso. Às 22h20 de sexta, os sete jurados se reuniram na sala secreta do júri para escrever o último capítulo de um julgamento que chamou a atenção da opinião pública como nunca aconteceu antes. Terminava ali a luta do casal para se livrar da condenação e da Promotoria para provar a culpa dos dois.
Confira como foi a trajetória do casal Nardoni desde o primeiro dia de seu julgamento até o veredicto do júri.
1º DIA Na segunda-feira (22), o depoimento emocionado de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, marcou o primeiro dia do julgamento do pai da menina, Alexandre Nardoni, e da madrasta, Anna Carolina Jatobá, acusados da morte dela.
Durante a leitura da sentença de pronúncia (quando foram apontados os motivos pelos quais os dois foram mandados a júri), o juiz instruiu os jurados sobre o andamento e os ritos. Dos sete selecionados, cinco jamais haviam participado de um júri que foi formado por quatro mulheres e três homens.
O pedreiro Gabriel dos Santos Neto, uma das testemunhas-chave, que não havia sido localizado, foi o primeiro a chegar ao fórum.
Ana Carolina Oliveira
Durante seu testemunho, que começou por volta das 19h30, Ana Carolina chorou por diversas vezes. A primeira delas foi quando se recordou do momento em que encontrou a menina de 5 anos caída na grama do edifício London.
Ao relatar a trajetória da menina até o hospital, a mãe chorou outras três vezes. Ana Carolina se emocionou ainda ao falar sobre uma discussão com Jatobá ainda no prédio. Uma das juradas também se emocionou. Ela falava sobre o momento em que ficou sabendo da morte da menina. A jurada não se segurou e começou a chorar.
Uma das juradas também se emocionou
Ana Carolina disse que Alexandre jamais conversou com ela sobre o que ocorreu no apartamento. Em seu depoimento, a mãe contou detalhes do relacionamento com Nardoni e disse que ele era violento e chegou a jogar o filho no chão uma vez.
Após seu depoimento, Ana Carolina ficou à disposição da Justiça. O pedido foi feito pelo advogado do casal Nardoni e aceito pelo juiz Maurício Fossen. Segundo Podval, poderia ser necessária uma acareação no decorrer do júri.
Personagens do 1º dia As manifestações na frente do fórum também marcaram a segunda-feira. Amigos e vizinhos de Ana Carolina fizeram vigília. Pichações foram feitas no muro.
Antes mesmo do início do júri, o advogado Antonio Nardoni, pai de Alexandre Nardoni e sogro de Anna Carolina Jatobá, disse que estava próximo de ocorrer o 3º caso de maior injustiça da história do país.
Os dois outros casos, segundo ele, foram o da mãe acusada erroneamente de colocar cocaína na mamadeira da filha, em 2006, e o dos donos da Escola Base, acusados de abusar sexualmente de alunos, em 1994.
Masataka Ota, pai do menino Yves Ota, assassinado aos 8 anos, em 1997, após ser sequestrado, foi acompanhar a movimentação em frente ao fórum.
Houve confusão também entre o pessoal que esperou para entrar no Fórum de Santana. Mas o princípio de tumulto foi rapidamente controlado.
Final do dia
Ao final do primeiro dia de júri, o advogado do casal Nardoni mostrou-se cético quanto ao andamento do júri. "Está muito no início. A causa é muito difícil. Não temos nenhuma expectativa falsa. Estamos muito pé no chão. A opinião pública está formada", disse Podval.
Já o promotor Cembranelli afirmou que o processo deveria ser menos demorado do que o previsto, uma vez que a defesa dispensou parte das testemunhas. O promotor afirmou que na terça-feira a acusação levaria uma maquete a plenário.
Alexandre Nardoni passou a noite do CDP de Pinheiros e Jatobá na Penitenciária Feminina da Capital.
2º DIA Na terça-feira (23), segundo dia de julgamento do casal Nardoni, três testemunhas foram ouvidas: delegada Renata Pontes, o médico-legista Paulo Sergio Tieppo Alves e o perito baiano Luiz Eduardo de Carvalho – que tinha seu nome mantido em segredo pelo promotor até esse dia. A sessão do júri começou às 10h05 e terminou por volta das 19h30.
Alexandre vestia uma camisa polo listrada azul e branca, calça jeans e tênis preto; Anna, por sua vez, usava uma camisa branca, calça jeans e uma sapatilha
Durante os depoimentos, maquetes do edifício London e do apartamento do casal foram utilizadas. Os jurados também viram fotografias da menina após a morte. Nesse momento, a avó materna de Isabella, que acompanhava o júri da plateia, deixou a sala onde ocorria o julgamento.
Delegada A primeira testemunha a depor na terça foi a delegada Renata Pontes, que indiciou o casal. Em seu depoimento, que durou cerca de 4 horas, ela afirmou ter “100% de certeza” de que Anna e Alexandre foram os responsáveis pela morte da menina e detalhou sua atuação na noite do dia 29 de março de 2008.
Ela contou que foi ao edifício e viu Isabella caída no jardim do prédio. “Ela parecia um anjinho”, afirmou a delegada. Ao ouvir a frase da delegada, os avós maternos da menina, que acompanham o julgamento, começaram a chorar. Renata rebateu a tese da defesa que afirma que a polícia seguiu apenas uma linha de investigação
Segundo ela, a certeza da culpa do casal veio após a constatação de que a menina foi agredida antes de cair da janela. Dessa forma, ela descartou morte acidental e latrocínio (roubo seguido de morte), duas versões sustentadas pela defesa.
Renata rebateu a tese da defesa que afirma que a polícia seguiu apenas uma linha de investigação. Em dado momento, o promotor perguntou se ela havia pressionado ou ofendido o casal. Ao ouvir a resposta negativa, Alexandre e Anna balançaram a cabeça, em sinal de reprovação.
Questionada pelo advogado Podval sobre detalhes da investigação, Renata endossou os laudos da perícia. Após o depoimento, o advogado pediu ao juiz para que a delegada ficasse à disposição da Justiça. O juiz aceitou o pedido.
Legista Em seguida, após um pequeno recesso para o almoço, foi a vez do médico-legista Paulo Sergio Tieppo Alves testemunhar. Alves detalhou todo o processo de necropsia.
O promotor fez perguntas específicas ao legista para tentar frisar pontos que eliminassem dúvidas sobre o que considera um crime. Questionou, por exemplo, a presença de marcas de unhas na nuca e lesões na boca e no rosto. Segundo ele, esses detalhes comprovariam que houve esganadura.
O médico atacou um dos argumentos da defesa. De acordo com Podval, a tese de esganadura era frágil, porque o osso que fica entre o pescoço e a mandíbula não se rompeu. Tieppo Alves, no entanto, disse que em crianças com a mesma idade de Isabella esse osso é flexível como uma cartilagem.
A avó materna de Isabella deixou a sala assim que o médico-legista exibiu fotos do corpo da garota morta.
Perito baiano O perito criminal baiano Luiz Eduardo de Carvalho Dória foi o último a ser ouvido na noite de terça-feira. Arrolado pela assistência de acusação, o perito analisou manchas de sangue encontradas na cena do crime, como em lençóis no quarto de onde Isabella caiu.
Segundo ele, “existem padrões de mancha que permitem estabelecer a altura” da qual ela caiu. De acordo com Dória, pela análise é possível concluir que as gotas no local do crime caíram de uma altura superior a 1,25m.
Personagens do 2º dia A autora de novelas Gloria Perez acompanhou o segundo dia de julgamento. Em 1992, a filha de Gloria, a atriz Daniela Perez, foi assassinada. Ela disse que decidiu ir ao local dar apoiar a família da mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira. A autora de novelas Glória Perez acompanhou o segundo dia de julgamento
A escritora Ilana Casoy, autora do livro “O Quinto Mandamento”, que trata do assassinato do casal Marísia e Manfred von Richthofen, também assistiu ao segundo dia do júri. Ela pretende escrever um livro sobre júri do casal Nardoni.
Final do 2º dia Alexandre e Anna Jatobá deixaram o fórum por volta das 20h10. Os dois deixaram o local em carros da Secretaria da Administação Penitenciária (SAP) em comboio. Eles voltaram a dormir em penitenciárias da capital. Alexandre Nardoni passou a noite do CDP de Pinheiros e Jatobá na Penitenciária Feminina da capital.
O casal permaneceu calmo durante o júri. Mas pouco antes do fim do segundo dia de julgamento, os dois já davam sinais de cansaço. Jatobá quase cochilou.
3º dia Na quarta-feira (24), terceiro dia de julgamento do casal, outras três testemunhas foram ouvidas. O dia foi marcado pela dispensa de oito das dez testemunhas de defesa do casal e pela possibilidade que se abria de Alexandre e Anna Carolina serem colocados frente a frente com a mãe de Isabella.
Por volta das 19h, o julgamento foi interrompido pelo juiz Maurício Fossen, que, após negar, voltou atrás e deixou aberta a possibilidade para que fosse feita uma acareação entre o casal e Ana Carolina Oliveira.
Alexandre Nardoni vestia camisa verde e calça jeans e Anna Jatobá, camisa rosa e calça preta. O terceiro dia do julgamento também foi marcado pelo depoimento de mais de cinco horas da perita criminal Rosângela Monteiro. Alexandre demonstrou contrariedade em alguns momentos
Enquanto a sessão do júri era conduzida, do lado de fora do fórum um princípio de tumulto entre pessoas que aguardavam na fila em frente ao fórum para assistir ao julgamento do casal obrigou a Polícia Militar a agir para controlar a situação.
Perita Rosângela afirmou que as marcas da rede de proteção na camiseta de Nardoni evidenciam que foi ele quem atirou a menina pela janela. Segundo ela, seria impossível as marcas na camisa serem feitas de outra forma que não seja segurando um peso de 25 kg, com os braços estendidos para fora da janela. A perita também afirmou que o sangue encontrado no apartamento era da menina morta.
Alexandre e Anna Jatobá permaneceram impassíveis durante todo o testemunho; ele, no entanto, demonstrou mais atenção às explicações da perita do que ela.
Alexandre demonstrou contrariedade em alguns momentos e em apenas duas horas de depoimento chamou seus advogados sete vezes para fazer comentários.
Maquete quebrada Por volta das 17h, começou o depoimento do jornalista Rogério Pagnan. Na época da queda de Isabella, ele fez uma entrevista com o pedreiro Gabriel Santos para o jornal "Folha de S.Paulo", em que ele afirmava que uma pessoa havia arrombado uma obra vizinha ao edifício London na noite da morte da menina.
O depoimento de Pagnan durou cerca de 40 minutos. Enquanto fazia uma demonstração, o jornalista quebrou um pedaço da maquete.
Última testemunha da defesa
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Aspas
Tenho 40 anos de serviço e fiquei muito chateado com aquela situação"
A terceira testemunha a depor foi o escrivão de polícia Jair Stirbulov. Ele terminou de falar às 18h. Foi a última testemunha a ser convocada pela defesa.
Questionado pelo advogado de defesa do casal, ele negou que policiais tenham comido algo no apartamento no dia seguinte ao crime. "Eu tenho 40 anos de serviço e fiquei muito chateado com aquela situação", afirmou, ao dizer que não comeu ovos de Páscoa ou tomou café no apartamento.
Personagens do terceiro dia A irmã de Alexandre Nardoni, Cristiane Nardoni, chorou antes de começar o julgamento na quarta-feira. Ela se aproximou da divisória de madeira que separa o júri da plateia, bateu no peito e disse “Força! Força!” olhando para o irmão e para a cunhada. Alexandre respondeu também batendo no peito e sorrindo, sem dizer nada.
Pelo segundo dia consecutivo, a escritora de novelas Gloria Perez acompanhou a família de Ana Carolina Oliveira. O advogado do casal Nardoni comentou a presença da autora na plateia. “É um direito dela apoiar quem quiser. Sou um fã dela”, disse.
Final do 3º dia Ao final do terceiro dia de julgamento, o juiz Maurício Fossen chegou a negar o pedido da defesa para que fosse feita uma acareação entre o casal Nardoni e a mãe de Isabella. Logo em seguida, Fossen voltou atrás e deixou aberta essa possibilidade. Dessa forma, a acareação poderia ocorrer na quinta-feira.
De acordo com o promotor, a mãe de Isabella estava abalada e deprimida. Ele se disse contrário à acareação. "Não acrescenta nada", afirmou.
4º dia
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Aspas
Eu entrei em um júri perdido, com a defesa destroçada e com a opinião pública querendo me bater"
A quinta-feira (25), quarto dia de julgamento de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, foi marcado pelo interrogatório dos réus. Os dois responderam a perguntas do juiz Maurício Fossen, da Promotoria, da defesa e dos jurados e negaram ter assassinado a garota. O julgamento do casal entrava em seus momentos decisivos.
Veja galeria de fotos do 4º dia
O depoimento de Alexandre à Promotoria começou por volta das 10h45 e foi encerrado às 16h25, com um intervalo para almoço. Anna Carolina Jatobá começou a depor em seguida e seu interrogatório foi encerrado às 20h45.
Alexandre entrou no plenário vestindo uma camisa verde listrada, uma calça jeans e tênis preto. Já Anna usava camisa azul, calça jeans e uma sandália plástica. A tensão foi aparente no quarto dia de julgamento e se tornou clara entre o promotor e o advogado de defesa
O dia foi marcado pela afirmação de Alexandre de que o delegado responsável pelo caso propôs que ele assumisse a culpa pela morte da garota e pela admissão de Anna Jatobá em seu interrogatório que, durante depoimento à polícia na época da morte de Isabella, “aumentou” e “inventou” informações.
A desistência da defesa do casal Nardoni em pedir uma acareação de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni com a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, também foi um dos destaques da quinta-feira.
Alexandre Nardoni
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Aspas
Tanto a minha esposa atual como a mãe da minha filha tinham ciúmes, como eu tinha ciúmes delas"
Em seu depoimento, Alexandre afirmou que o delegado Calixto Calil Filho propôs que ele assumisse a culpa pela morte da garota. Disse ainda que foi “humilhado” na delegacia durante as investigações da morte dela. O pai de Isabella chorou três vezes e negou o crime. O delegado não quis falar com a reportagem sobre a acusação.
Questionado pela assistente de acusação, Cristina Christo, se a madrasta de Isabella era ciumenta, Alexandre afirmou que isso “é normal em casais que se gostam”. “Tanto a minha esposa atual como a mãe da minha filha tinham ciúmes, como eu tinha ciúmes delas”, disse.
Alexandre negou que tenha visto uma terceira pessoa no apartamento do casal na noite em que Isabella foi morta. "Eu não vi ninguém de preto, não vi ninguém armado, não saí e tranquei a porta do apartamento, como divulgado pela imprensa", disse o réu.
Anna Jatobá
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Aspas
Eu nunca bati em ninguém. Nunca fui violenta "
Mais nervosa do que Alexandre, Anna Jatobá já entrou chorando no plenário. Ela chegou a ser advertida pelo juiz Maurício Fossen para que falasse mais devagar. Bastante emocionada durante o seu depoimento, a madrasta de Isabella continuou chorando em vários momentos diante do júri.
Por diversas vezes, o promotor apontou contradições entre o primeiro e o segundo depoimentos dados por ela à polícia na época da morte de Isabella. Anna Jatobá também afirmou que não é uma pessoa violenta. “Eu nunca bati em ninguém. Nunca fui violenta.” Ela contou que antes de o filho mais velho nascer, ela e Alexandre brigavam muito. “Depois de ter meu filho, amadureci”, contou.
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Aspas
É um mistério para o mundo inteiro e para mim também. Eu me pergunto todos os dias o que aconteceu"
A madrasta de Isabella levantou dúvidas sobre a conduta dos policiais durante a perícia realizada em sua casa após a morte da garota. Anna Jatobá disse ter sentido falta de um laptop no dia seguinte à morte da enteada. O desaparecimento, disse ela, foi notado após a perícia realizada no apartamento onde morava com o marido, Alexandre, e os dois filhos.
Questionada sobre o fato de não ter imediatamente ligado para a polícia, deu resposta similar à de Alexandre. “É de praxe tudo o que acontece eu e o Alexandre ligarmos para nossos pais. Na hora do desespero, a única coisa que pensamos foi ligar para nossos pais”, disse.
Antes de encerrar seu interrogatório, Anna Carolina Jatobá disse que até hoje não sabe o que ocorreu no dia da morte de Isabella. “É um mistério para o mundo inteiro e para mim também. Eu me pergunto todos os dias o que aconteceu”, afirmou a madrasta da menina, desatando a chorar logo depois.
Tensão A tensão foi aparente no quarto dia de julgamento e se tornou clara entre o promotor e o advogado de defesa. O juiz Maurício Fossen teve de intervir para interromper uma discussão entre eles.
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Aspas
O senhor não sabe tudo da minha vida? Sem os óculos meus olhos ficam irritados "
A discussão ocorreu porque a cada manifestação de Cembranelli, Podval insistia em ouvir do promotor o número da folha do processo a que ele se referia. Em determinado momento, Cembranelli se irritou e iniciou-se uma discussão.
Nardoni também se irritou com o promotor. Questionado, ele respondeu que sempre usou óculos e provocou: “O senhor não sabe tudo da minha vida? Sem os óculos meus olhos ficam irritados”, disse.
Após a resposta de Nardoni, o promotor afirmou que o choro do pai de Isabella “não tem lágrimas”. O juiz Maurício Fossen mandou que os jurados não considerassem o comentário do promotor.
Final do 4º dia
Após a sessão ser interrompida na noite de quinta-feira, o advogado de defesa do casal disse, em entrevista, que os réus tinham uma chance pequena de absolvição.
“Quando eu assumi a defesa, eu disse a eles: ‘Vão lá (no julgamento) e digam a verdade, toda a verdade. Mentindo, eu não ganho. Dizendo a verdade, eu tenho uma mínima chance de vitória. Se tiver chance, é pequena”, afirmou Podval. “Eu entrei em um júri perdido, com a defesa destroçada e com a opinião pública querendo me bater.”
5º dia Na sexta-feira (26), quase dois anos depois da morte da menina Isabella, os brasileiros se preparam para acompanhar o que seria o último dia do julgamento do casal Nardoni. Após uma semana marcada por depoimentos das testemunhas e interrogatório dos réus, o anúncio do veredicto do júri foi antecedido por um dia tenso, marcado pelo debate entre a acusação e a defesa.
Anna Jatobá chegou ao Fórum de Santana por volta das 8h08. Alexandre Nardoni, às 8h33. Abalada e debilitada fisicamente, Ana Carolina de Oliveira, a mãe de Isabella, não compareceu ao último dia do julgamento.
Em frente ao fórum, uma imensa fila começou a se formar ainda durante a madrugada. O movimento seria intenso durante todo o dia. Nem mesmo a chuva foi capaz de afastar as pessoas do local.
Promotoria
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Aspas
Isso é uma prova científica"
A sessão foi retomada por volta das 10h26 com o promotor Francisco Cembranelli fazendo suas considerações. O promotor afirmou que o casal “estava no apartamento no momento em que Isabella caiu”. Com o cruzamento de dados de ligações telefônicas e do rastreador do carro de Alexandre, ele construiu uma linha do tempo desde a entrada do veículo na garagem até momentos após Isabella cair da janela do sexto andar. “Isso é uma prova científica”, relatou.
Cembranelli disse em seu pronunciamento ao Tribunal do Júri que as provas contra Anna Jatobá e Alexandre Nardoni eram “arrasadoras”. Segundo ele, caso uma outra pessoa tivesse matado a menina, o júri seria “simples”. Promotor ficou nervoso durante sua réplica e disse ser alvo de uma “canalhice sem precedentes
“Os olhos do Brasil estão voltados para essa sala. As provas são arrasadoras e as pessoas não querem vingança e, sim, justiça”, disse Cembranelli.
O promotor lembrou que este é o seu tribunal de número 1078. “Não estou em busca de fama, de promoções. Talvez até me aposente depois deste júri. Eu trocaria o anonimato se pudesse devolver Isabella a Ana Oliveira”, disse logo no início de sua explanação.
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Aspas
Não estou em busca de fama, de promoções. Talvez até me aposente depois deste júri"
Ao lembrar a versão defendida pelos advogados de Nardoni de que o réu chegou ao apartamento e, ao se deparar com a tela de proteção rasgada, se projetou para fora da janela, se desesperou e telefonou para o pai, o promotor afirmou: “Eu talvez me jogasse da janela para chegar mais rápido”.
Em seguida, Cembranelli perguntou ao advogado que defende os acusados: “E o senhor, não faria isso?”. Podval, então, respondeu: “Ligaria para meu pai.”
O representante do Ministério Público disse então que ele e a mãe da vítima, Ana Carolina Oliveira, esperam que os jurados “façam justiça”. Por volta das 13h, o julgamento foi suspenso.
Defesa
Às 14h43, os trabalhos do Tribunal do Júri foram ser retomados com a explanação do advogado de defesa, Roberto Podval. Logo no início de sua fala, ele chegou a chorar. O advogado elogiou o promotor do caso. “O Cembranelli me intimida.” Podval afirmou que defender o casal Nardoni é uma das missões mais difíceis de sua vida, mas que “defende o que acredita.”
Podval ironizou as falas da perita Rosângela Monteiro, que disse em seu depoimento ser a única capaz de realizar testes com o “blue star” no estado de São Paulo. Ele a chamou de arrogante.
“A pessoa mais esperada, ilustre, a mais culta, a única perita do Brasil que tem conhecimento para fazer teste do ‘blue star’”, disse no início da argumentação contra a perícia. Depois de apontar as falhas observadas por ele no trabalho, Podval completou: “Aí eu sou o maluco que fica criticando e questionando a gênia”.
Ele tentou mostrar aos jurados a possibilidade de uma terceira pessoa no apartamento no dia da morte de Isabella usando o depoimento de uma testemunha à polícia. Essa testemunha disse que ouviu um barulho de porta batendo antes da queda da menina e que chegou a pensar que o barulho tivesse sido do impacto.
Durante a explanação do advogado Roberto Podval e teve de ser retirada temporariamente da sala do júri. Muito nervosa e chorando muito, ela chegou a ter enjôos e também apresentou queda na pressão.
Réplica
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Aspas
Não há como absolver um e condenar o outro"
Após um breve intervalo, o júri foi retomado por volta das 17h45. Dessa vez, com a réplica do promotor. Ele mostrou aos jurados fotos do quarto de Isabella. Para o promotor, “a própria dinâmica do quarto” mostra que a menina não chegou a ser colocada na cama. Para ele, o quarto estava do jeito que a menina deixou durante a manhã de 29 de março de 2008.
Em mais um momento de clara tensão, o promotor ficou nervoso durante sua réplica e disse ser alvo de uma “canalhice sem precedentes”. A frase foi dita em referência à acusação de que o delegado propôs que Alexandre assumisse a culpa pela morte de Isabella e que ele estava presente neste momento, ainda durante as investigações.
Segundo ele, Anna Jatobá tinha um filho pequeno, que não dava descanso a ela, era uma “escrava”, dependia financeiramente da família do marido e havia abandonado a faculdade. “Esse era um barril de pólvora que estava prestes a explodir”, afirmou.
No fim de sua réplica, Cembranelli disse que “não há como absolver um e condenar o outro”, em referência aos réus. “Não tem meia verdade, não tem meia história”, disse ao júri.
Às 19h48, o júri foi novamente interrompido.
Tréplica
*
Aspas
Peço a absolvição deles por absoluta ausência de provas"
Às 20h15 desta sexta-feira (26) com a tréplica do advogado de defesa. Ele, que tinha duas horas para fazer suas argumentações finais, utilizou apenas 45 minutos.
Podval reafirmou durante a tréplica no julgamento que não havia provas contra o casal. “Peço a absolvição deles por absoluta ausência de provas”, disse.
Ele citou que, apesar de ter pingado sangue em diversos pontos do apartamento, não havia nada na roupa de Alexandre. “Essa criança sangrou no apartamento inteiro e não tinha uma gota de sangue na roupa dele?”, questionou.
Ele afirmou que os horários passados pela Polícia Militar sobre o momento da ligação após a queda da menina são divergentes. Podval questionou se acusar com base nesses dados é seguro.
No final de sua argumentação, o advogado virou para o promotor Francisco Cembranelli e falou sobre o trabalho dele nestes dois anos no caso. E depois virou para os réus e disse que Cembranelli havia apenas feito o papel dele.
Decisão
Às 22h20, após um intervalo para o jantar, os sete jurados já estavam reunidos na sala secreta para definir o futuro do casal Nardoni.
Eles responderam às perguntas formuladas para decidir se condenavam ou inocentavam Alexandre e Anna Jatobá da morte de Isabella e da acusação de fraude processual.
Enquanto isso, do lado de fora, com o número de populares aumentando gradualmente em frente ao Fórum de Santana, o coronel Ricardo de Souza, responsável pela segurança do local, admitia que iria pedir reforço no número de policiais.
O PROJETO DNCF PRESTA UMA HOMENAGEM A MÂE DE ISABELLA QUE DEUS TE ABENÇÔE E O PROJETO DNCF ESTÀ ORANDO POR VC ANA CAROLINA E SABIA QUE A SUA FILHA ESTÀ NESTE MOMENTO AGORA COM JESUS,Pois meu irmão Matheus está na Gloria com JESUS DEUS TE ABENÇÔE HOJE E SEMPRE
BRUNA MARIA
Vejo seu rosto e seu olhar
Sei que é difícil suportar
Essa dor, mas estou aqui.
Te pego em meus braços prá cuidar
Prá te ajudar a caminhar
E te ver outra vez sorrir.
Vou viajar pelo ar com você Vou te mostrar um lindo lugar Não haverá mais a dor e o sofrer.
Vem que comigo é o seu lugar
Ó vem, vem aqui comigo é o seu lugar
HOMENAGEM A ANA CAROLINA OLIVEIRA
OBS:AS FOTOS DO JULGAMENTO VCS VÃO VEM NA GLOBO O SAIT É:www.globo.com
A VICE-PRESINDENTE DO PROJETO DNCF BRUNA MARIA ESTARÁ NO DIA 29/03/10 NA CAMARA MUNICIPAL DE ATIBAIA-SP,RECEBENDO A MOÇA HONROSA DOS 50 ANOS,TAMBEM ESTARÁ A ESCOLA ESTADUAL FRANCISCO DE AGUIAR PEÇANHA O EVENTO COMEÇARA AS 18:00 HORAS DA TARDE QUE ESSE EVENTO SEJA ALEGRIA A TODOS!!!
Vamos Orar pelas crianças quantas e quantas Crianças e Adolescente no mundo sofre com violencia,abuso sexual,vive sem comida em casa e varias outras coisas
ERA UM CORAL DE CRIANÇAS CANTANDO A PAZ NOS CAMPOS DO VIETNÃ SONHEI NOS LÁBIOS DE TODOS UMA LINDA CANÇÃO QUE DIZIA: "NO NOME DE CRISTO HÁ CONSOLO E PAZ"
VI QUE UM DELES LEU O SALMO 23: "O SENHOR É MEU PASTOR NÃO TEMEREI A NINGUÉM"
ORAI POR TODAS AS CRIANÇAS NO LOUVOR DOS PEQUENINOS HÁ PODER CONTRA O INIMIGO ORAI POR TODAS AS CRIANÇAS NÃO AS IMPEÇAIS POIS DELAS É O MEU REINO DE AMOR
ERA UM CULTO INFANTIL NO SERTÃO DE NATAL OS ANJOS ESTAVAM ALI SONHEI DEPOIS QUE AS CRIANÇAS ANDARAM NUM SOL DE ESCALDAR SENTARAM E FORAM CANTAR SONHEI
QUE O SENHOR VENHAR CONFORTA O CORAÇÂO DESSAS FAMILIAS QUE SOFRE COM A VIOLENCIA DO BRASIL QUE DEUS VENHA RESTAURA A FAMILIA BRASILEIRA POIS ISABELA FOI UMA CRIANÇA QUE HOJE FAZ PARTE DA NOSSAS VIDA PROJETO DNCF NÒS TE AMAMOS ISA! _________@@@@@@@@__________@@@@ ________@@@________@@_____@@@@@@@ ________@@___________@@__@@@______@@ ________@@____________@@@__________@@ __________@@________________________@@ ____@@@@@@______@@@@@___________@@ __@@@@@@@@@__@@@@@@@_________@@ __@@____________@@@@@@@@_______@@ _@@____________@@@@@@@@@_____@@ _@@____________@@@@@@@@___@@@ _@@@___________@@@@@@@______@@ __@@@@__________@@@@@________@@ ____@@@@@@_______________________@@ _________@@________________________@@ ________@@___________@@__________@@ ________@@@________@@@@@@@@@@@@ _________@@@_____@@@_@@@@@@@@ __________@@@@@@@@ @@@@@@ ___________@@@@@_@ ____________________@ ____________________@ _____________________@ ______________________@ _______________________@____@@@ _______________@@@@__@__@____@@ _____________@_______@@@____@@ ______________@@@@____@__@@ ______________________@ _____________________@
SOMOS PESSOAS LIDER DE UM PROJETO A FAVOR DA PAZ SOMOS A FAVOR DA VIDA SOMOS A FAVOR DO MEIO AMBIENTE SOMOS A FAVOR DA JUSTIÇA SOMOS A FAVOR DA ALEGRIA SOMOS A FAVOR DE VOCÊ
QUEM DEUS ABENÇÕE A VIDA DE CADA PESSOA DESSA NAÇÃO QUE O SENHOR VENHA DERRAMA SEU OLEO EM CADA A VIDA AMEM!
O PROJETO DEUS E A NATUREZA CARENTES DA FÉ,FAZ UM PROTESTO SOBRE O POUCO QUE OS PROFESSORES DO ESTADO DE SÃO PAULO VEJA AGORA O QUE O PROJETO DNCF,MANDOU
Ola senhor Governando Quero dizer que eu Acho um Absurdo o que os professores da escola passa com os Alunos e até mesmo com o estado. pois acho um absurdo o que os professores recebe para arguenta filho dos outros só Deus saber o que os professores passa com os alunos e recebe muito pouco para nada. faça mil favores meu eu acho um absurdo ou vcs aumenta o salario dos professores o professores vai para de trabalha e ai que vai tá aulas pra nós ou talvez a gente vai passa mais anos sem aprender nada e outra eu acho que o estado não está ne ai com a gente!só que sabe que nós alunos saiba votar
VEJA OS VIDEO QUE O PUBLICOU CRIOU PARA OS PROFESSORES
O comércio ilegal de animais silvestres é a terceira atividade clandestina que mais movimenta dinheiro sujo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e armas.
O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes devido a sua imensa diversidade de peixes, aves, insetos, mamíferos, répteis, anfíbios e outros.
As condições de transporte são péssimas. Muitos morrem antes de chegar ao seu destino final. Filhotes são retirados das matas, atravessam as fronteiras escondidos nas bagagens de contrabandistas para serem vendidos como mercadoria. Todos os anos mais de 38 milhões de animais selvagens são retirados ilegalmente de seu hábitat no país, sendo 40% exportados, segundo relatório da Polícia Federal.
O tráfico interno é praticado por caminhoneiros, motoristas de ônibus e viajantes. Já o esquema internacional, envolve grande número de pessoas.
Os animais são capturados ou caçados no Norte, Nordeste e Pantanal, geralmente por pessoas muito pobres, passam por vários intermediários e são vendidos principalmente no eixo Rio-São Paulo ou exportados.
Os animais são traficados para pet shops, colecionadores particulares (priorizam espécies raras e ameaçadas de extinção!) e para fins científicos (cobras, sapos, aranhas...).
Com o desmatamento, muitas espécies entraram para a lista de animais ameaçados de extinção, principalmente na Mata Atlântica. Para mais informações, consulte o site www.renctas.org.br da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, o MMA, o IBAMA, SOS FAUNA ou a CITIES - Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção. Segundo o IBAMA, a exploração desordenada do território brasileiro é uma das principais causas de extinção de espécies. O desmatamento e degradação dos ambientes naturais, o avanço da fronteira agrícola, a caça de subsistência e a caça predatória, a venda de produtos e animais procedentes da caça, apanha ou captura ilegais (tráfico) na natureza e a introdução de espécies exóticas em território nacional são fatores que participam de forma efetiva do processo de extinção. Este processo vem crescendo nas últimas duas décadas a medida que a população cresce e os índices de pobreza aumentam.
O que podemos fazer :
Não compre animais silvestres. Ter espécie nativa em cativeiro, sem comprovação da origem do animal, é crime previsto em lei. Cada indivíduo capturado faz falta ao ambiente e também os descendentes que ele deixa de ter. Também não compre artesanatos feitos com partes de animais, como penas coloridas.
Seja vigilante. Se presenciar a venda na feira livre ou depósito de tráfico, avise a polícia. Informe dados precisos da ocorrência. Denúncias ao IBAMA através da Linha Verde Tel. 0800 61 8080. Se te oferecem um animal na beira da estrada, não compre e repreenda o vendedor dizendo que isso é crime e que ele procure outra atividade que não lhe cause problemas com a lei.
Os pássaros nascem para ser livres e não presos ao stress e tédio do restrito espaço de uma gaiola. Afinal para que foram feitas as asas dos pássaros ?
O animal que vive preso, perde a capacidade de sobreviver e se defender sozinho e não pode ser solto na natureza sem o acompanhamento de um especialista.
Quando decidir ter um animal de estimação, lembre-se que existem milhares de cães e gatos abandonados aguardando a chance de uma adoção. Consulte a prefeitura da sua cidade ou entidades de proteção animal.
Somente a conscientização da população poderá desestimular este comércio ilegal e proteger o direito à vida e liberdade dos animais.
Vamos combater o tráfico de animais silvestres.
Se ninguém compra, ninguém vende, ninguém caça.
Extinção às gaiolas !
DECRETO Nº 3.179, DE 21 DE SETEMBRO DE 1999. Dispõe sobre a especificação das sanções aplicáveis às condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. CAPÍTULO II DAS SANÇÕES APLICÁVEIS ÀS INFRAÇÕES COMETIDAS CONTRA O MEIO AMBIENTE SEÇÃO I DAS SANÇÕES APLICÁVEIS ÀS INFRAÇÕES CONTRA A FAUNA Art 11 matar , perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida: Multa de R$500,00 (quinhentos reais), por unidade com acréscimo por exemplar excedente de: I - R$5.000,00 (cinco mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo I da Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção-CITES; e II - R$3.000,00 ( três mil reais), por unidade de espécie constante da lista oficial de fauna brasileira ameaçada de extinção e do Anexo II da CITES. § 1º Incorre nas mesmas multas: I - quem impede a procriação da fauna, sem licença, autorização ou em desacordo com a obtida; II - quem modifica, danifica ou destrói ninho, abrigo ou criadouro natural; ou III - quem vende, expõe à venda, exporta ou adquire, guarda, tem cativeiro ou depósito, utiliza ou transporta ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória, bem como produtos e objetos dela oriundos, provenientes de criadouros não autorizados ou sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente. IBAMA .
Para saber mais : Convenção sobre Diversidade Biológica (Rio-92).
Esta página é parte integrante do programa de educação ambiental on-line do portal NATUREBA : www.natureba.com.br . "Responsabilidade Ambiental na Prática : Combate ao Desperdício e Preservação da Natureza."
Nas praias da Costa Rica muitas pessoas estão constantemente roubando os ovos de tartarugas marinhas para vender! Esses animais já estão ameaçados de extinção, e se essa degradação continuar muito em breve haverá mais desequilíbrio ambiental causado pelo Homem. As fotos abaixo demonstram claramente a destruição que a espécie humana está causando no local.
Caso queira manifestar-se contra esse absurdo, enviem um e-mail para a embaixada da Costa Rica no Brasil: embcr.brasil@gmail.com
Acaba de chegar da fábrica o novo CD do pastor e cantor Emerson Pinheiro pela MK Music, Adorarei. O disco já está sendo distribuído para as lojas do país, mas já pode ser comprado online no MK Shopping.
O requisitado produtor musical Emerson Pinheiro deu início a uma nova vertente em sua carreira e ministério no ano de 2008, quando lançou seu primeiro CD solo. O projeto deu mais do que certo, e o músico presenteia o público com seu segundo disco pela MK Music: Adorarei. Diferente do álbum de estreia, Adorarei foi gravado ao vivo, na Igreja Batista Central (IBC) da Barra da Tijuca, na qual é um dos pastores e responsável pelo louvor da igreja.
O disco tem cheiro de sucesso. Emerson sentiu-se em casa para, com seu teclado, ministrar e adorar. O CD tem 12 faixas, 9 inéditas e três regravações. Dez delas compostas pelo próprio Emerson, como 'Deus está fazendo algo novo', 'Eu Vou Morar no Céu', 'Sacudiu' e 'Mergulhei', escrita quando ouviu uma pregação feita pelo Pr. Josué Valandro Jr., líder da IBC da Barra, que diz: "A melhor coisa que eu fiz foi minha vida Te entregar, os pecados você lançou no mar, e deles não se lembra mais (...)".
Entre escolha de repertório, pré-produção, gravação e pós, o cantor viveu experiências ímpares, sentindo a direção do Espírito Santo em cada detalhe, como por exemplo em 'Rio de Janeiro', um gostosa bossa nova que fala do amor de Emerson pela cidade. A letra fala do momento ruim que a metrópole vive, e relata a solução para todos os problemas. "Eu estava chegando de viagem quando vi a notícia sobre o helicóptero da polícia derrubado por traficantes. Fiquei muito chocado, triste. Cheguei em casa, fui movido a orar pelo Rio e veio essa música. No dia da gravação do CD, levantamos um clamor pela cidade, e foi tremendo", compartilha Emerson, marido de Fernanda Brum, pai de Isaac e Laura, mais nova integrante da família (nascida em janeiro deste ano).
Quanto às regravações, são três: 'Amo o Senhor' (que fez parte do disco Quebrantado Coração), 'Vento do Espírito' (Aline Barros no álbum Som de Adoradores) e 'Pra Glória do Teu Nome' (título do CD da dupla Alex e Alex). "São músicas que eu escrevi e sempre tive vontade de gravar. Chegou a oportunidade", destaca Emerson, que fez algumas mudanças nos arranjos originais.
CD de cantor que é músico tem sempre arranjos ricos e marcantes. Emerson caprichou em todos. Nas faixas 'Semelhante a Jesus' e 'Pra Glória do teu Nome' convidou o filho do cantor Gérson Ortega, o músico Mateus Ortega, que tocou Irish flute (flauta Irlandesa). Os acordes deram uma valorizada na produção. Vale a pena conferir.
INTERNACIONAL - Milhões de cristãos são perseguidos em todo o mundo por causa de sua fé. Todos os dias, eles enfrentam tortura, prisão e morte apenas pelo fato de serem cristãos.
Como seria estar no lugar deles? Em Hebreus 13.3 está escrito: “lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se vocês mesmos estivessem sendo maltratados”.
O SHOCKWAVE, marcado para os dias 5, 6 e 7 de março é um evento global de oração organizado pelo Underground, ministério de jovens da Portas Abertas. O acontecimento tem duração de 72 horas e pode ser realizado em salas de papo do SHOCKWAVE, reuniões de oração, igrejas, casas e outros em aproximadamente 50 países, incluindo o Brasil.
O evento começa na Nova Zelândia e passa por todos os fusos horários. Em 2009, milhares de pessoas oraram pelos cristãos perseguidos. Este ano, participam países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Holanda, Índia, Malásia, França, Alemanha, Japão, África do Sul, Canadá e Brasil.
Scott Ahern, diretor de estratégias inovadoras da Portas Abertas Estados Unidos, declara: “O Shockwave é um movimento de oração que permite que a paixão e o coração dos jovens seja ouvido por Deus enquanto clamamos e nos reunimos em todo o mundo em solidariedade aos irmãos perseguidos. O evento prova a unidade do Corpo de Cristo quando jovens de diferentes culturas, raças e regiões do mundo se unem em oração pela mesma causa: fortalecer e apoiar, através da oração, os filhos de Deus que estão sofrendo. Eu quero encorajá-lo a participar conosco desse evento internacional.”
O SHOCKWAVE pode durar a madrugada, noite ou mesmo ser realizado como um café da manhã de oração. Acessando o site www.odshockwave.org/index.php/br, você encontrará um manual com algumas sugestões e ideias.
Para mais informações, entre em contato por telefone: (11) 5181- 3330, ou e-mail: underground@portasabertas.org.br .
Ontem mais 300 lanches foram oferecidos aos chilenos que se encontravam no aeroporto - em sala cedida pela INFRAERO. Os lanches foram doados pela Mulher APAS - Associação Paulista de Supermercados. O Fussesp também levou mais cobertores e colchonetes para que os passageiros pudessem repousar. A Sabesp também doou mais copos de água, que foram igualmente levados ao aeroporto. Registre-se que a oferta foi tão farta -tanto da Sodexo, como da APAS - que, em razão de muitos lanches não terem sido consumidos, foram doados - no prazo de validade - a entidades que auxiliam moradores de ruas.
Publicação: 06/03/2010 11:09 O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Kin-moon, anunciou a liberação de US$ 10 milhões para as vítimas dos terremotos e tsunamis no Chile. Hoje ele vai visitar a região de Concepción - a segunda maior cidade do país e uma das mais afetadas pelos abalos. Em decorrência dos tremores que atingiram o país há pelo menos 2 milhões de vítimas. Oficialmente são registrados 279 mortos.
Os recursos vêm do Fundo de Emergência da ONU e serão destinados às regiões Sul e Centro do Chile - as mais afetadas pelos tremores e pelos tsunamis. Para o secretário, as prioridades devem ser os setores de saúde, saneamento básico e albergues ou casas de emergência para os desabrigados.
"Estou aqui para dar todo meu apoio e solidariedade ao povo chileno, neste momento de grande desafio", afirmou Ban ki-Moon. Ontem ele se reuniu com a presidente chilena, Michelle Bachelet, e seu sucessor, Sebastián Piñera - que assume o governo na próxima quinta-feira.
O Brasil coopera com as vítimas chilenas ao enviar um hospital de campanha da Marinha e dois helicópteros. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo brasileiro está disposto a colaborar com o Chile no que for necessário e aguarda apenas o pedido de mais apoio.
A presidente Bachelet afirmou ontem que já recebeu propostas de ajuda concreta de mais de 35 países e 16 organismos internacionais, sem contar as organizações não governamentais. Foi lançada uma campanha nacional no Chile para levantar cerca de US$ 30 milhões de ajuda para as vítimas. A campanha foi batizada de Chile Ajuda Chile.